QUEM COMEU O QUÊ
Enquanto eles hibernam com milhões em subsídios, nós auditamos a gordura. Do petrodólar de Luanda aos 15 NIFs do Chiado. Bem-vindo ao Bunker da Transparência
Auditamos a resiliência gastronómica. Cruzamos a conta do Instagram com o saldo do FEDER. No Net Jet Set, o menu é feito de números reais e o risco é servido por conta da casa.
Pelo Povo, para o Povo e Financiado (obrigatoriamente) pelo Povo.
INVESTIMENTO INICIAL
Pão de fermentação lenta com crosta de carvão vegetal e manteiga artesanal fumada
PUBLIC ASSETS
O inventário da resiliência. Descarregue o dossier completo com a listagem de subsídios FEDER e apoios públicos atribuídos aos principais players da gastronomia nacional. Porque a transparência é o melhor digestivo.

A estética do prato esconde a logística do subsídio. No NETJETSET o pairing não é com vinho, é com o orçamento de Estado. 534,66€ de resiliência pura


A nossa interpretação do caril de marisco. Risotto e especiarias gourmet. É o conforto necessário enquanto espera pelo próximo despacho oficial.


A logística da excelência. Movemo-nos a 0.95 Mach com o subsídio de transporte do Estado. Se o pneu fura, a resiliência paga




Mónaco, 2008. Onde a alta cozinha encontra a baixa tributação. Alain Ducasse ensina-nos que o melhor ingrediente de um prato com 19 estrelas Michelin é um contrato belga-monegasco bem estruturado.
A referência a vegetais a valores elevados (frequentemente citada como “vegetais a $600”) prende-se com o conceito de “Naturalité” que Ducasse introduziu no Plaza Athénée. Ele removeu a carne do menu, focando-se em cereais, vegetais do jardim real de Versalhes e peixe sustentável, mantendo preços de haute cuisine (cerca de 380€-500€ pelo menu). A crítica focou-se no facto de ingredientes teoricamente “baratos” (como lentilhas ou vegetais) serem vendidos a preços de caviar, embora Ducasse defenda que o custo reside na técnica e na pureza da origem.

A balança da precisão. No NetJet Set, 10 gramas de arroz custam 534,66€ porque o que estás a pagar não é o hidrato, é a infraestrutura do ego.


Glitter no Instagram, vazio no couro. O pairing perfeito para um vinho de 4 dígitos é uma carteira em modo ‘minimalista.
Cálculos baseados em preços médios de mercado 2025/2026. O IVA está incluído, a audácia é oferta da casa.

REPORTAR VIOLAÇÃO DE MARGEM
Obrigado. O seu subsídio PRR foi processado com sucesso.

Uber Rolls. – Boa piada.
Auditoria Sanitária HACCP



Aqui, o foco não é a bactéria, é o preço infectado.
RELATÓRIO DE NÃO-CONFORMIDADE: VIOLAÇÃO DA BARREIRA SANITÁRIA
Observação Direta (Evidência Fotográfica): “Durante a monitorização das práticas de fabrico e manipulação, detetou-se que o pessoal manipulador procede ao empratamento de alimentos prontos a consumir (Ready-to-Eat) recorrendo ao uso de mãos nuas, sem qualquer barreira física (luvas de nitrilo ou utensílios desinfetados). Esta prática constitui uma violação grave do Plano HACCP estabelecido, especificamente no que diz respeito à prevenção de contaminação cruzada microbiológica.”
Análise de Perigo (Ponto Crítico de Controlo): “A manipulação direta de alimentos sensíveis, como o marisco ou guarnições de alta precisão, sem proteção, potencia a transferência de microrganismos patogénicos (ex: Staphylococcus aureus) da flora cutânea do manipulador para o produto final. O risco é exacerbado pela presença de adornos (relógios de luxo, anéis) visíveis nas imagens, que servem como reservatórios de biofilmes e detritos, impossibilitando uma higienização eficaz das mãos.”
Conclusão da Auditoria: “O ‘toque do Chef’ é, do ponto de vista sanitário, um vetor de contaminação. A estética da ‘mão na massa’ não substitui a obrigatoriedade de práticas de higiene rigorosas. No netjetset.rest, o que o Chef chama de ‘carinho no produto’, a ASAE chama de ‘Auto de Notícia com suspensão de atividade’. Recomenda-se a interdição imediata do contacto manual direto com alimentos que não sofram processo térmico posterior.

RELATÓRIO DE NÃO-CONFORMIDADE: REGISTO DE CADEIA DE FRIO
Observação Direta (PCC – Garrafeira de Exposição): “Durante a inspeção às câmaras de conservação de vinhos e vitrinas de exposição, constatou-se a ausência de registos diários de temperatura (logs de frio). Garrafas de elevado valor comercial, como o Pêra-Manca Tinto (680,00€) e o Dom Pérignon (580,00€), encontram-se expostas a variações térmicas não monitorizadas, potenciando a degradação organolética do produto antes da comercialização.”
Análise de Risco (Integridade do Produto): “A falta de calibração dos termómetros digitais nas vitrinas de ‘status’ constitui um perigo crítico. A exposição prolongada a temperaturas acima dos 18°C, sem registo de correção, invalida a garantia de qualidade. No entanto, detetou-se que, enquanto a temperatura do vinho oscila, a margem de lucro (300%+) permanece estritamente protegida contra qualquer queda.”
Medida Corretiva Imediata: “Obrigatoriedade de afixação de um gráfico de perdas financeiras ao lado de cada garrafa. Se o vinho ‘coze’ por falta de controlo, o cliente é ‘frito’ na conta. Recomenda-se a apreensão imediata das garrafas para ‘análise laboratorial’ direta pela nossa equipa de auditoria.”
Quotes Famosas
OdC
Quero muito ser milionário e não vai haver nada que me distraia – Caras
“Sei o que é uma casa de prostitutas e o Guilty nunca foi isso”
“Se és bom num negócio, ele dá dinheiro. E nisso eu sou o melhor”
Isso é a minha forma de reagir, de me defender. Sempre disse, desde o primeiro minuto, que “resiliência’’ era a palavra-chave.
Mas posso dizer que se não tivesse acontecido o Covid, neste momento eu teria 22 restaurantes pelo mundo fora. Meus, a 100%, toda a gente sabe
Lembro-me de um grande amigo dizer “a gente investe quando há sangue na rua”. Foi o que eu fiz. Eu estava preparado para investir e nem fiz grandes investimentos, na verdade
O Ljubomir é meu amigo, ligou-me antes e eu disse-lhe que não me revia naquilo. Acho uma perda de tempo. Quando disse que era birrinha… foi uma coisa que me saiu um bocado sem pensar.
Tenho muita gente a depender de mim. O problema é quem antes não declarou, quem já não estava bem, não tinha as contas em dia… claro que teve problemas! Nós pedimos ajudas de tudo o que estava ao nosso alcance ( Bro dizes isto assim? Tu Faturas 50 Milhões ao ano 🤡 Não tens fundo de maneio para um “inverno” de 45 dias? ) e tivemos uma taxa de sucesso grande, porque tínhamos tudo certo e direito.
Custou-me 200 mil euros a brincadeira. Depois trocámos por férias 🤣, mas foi uma pancada grande, é muito dinheiro… entretanto perdi-me…
Sinto que os outros chefs gostam de denegrir a minha imagem. Gostam de dizer que não sou chef, que não faço isto, que não faço aquilo…
Sinto que os outros chefs gostam de denegrir a minha imagem. Gostam de dizer que não sou chef, que não faço isto, que não faço aquilo…
Sempre fui o patinho feio, a comida uma porcaria e tudo o mais. Se a comida não fosse boa eu não tinha o reconhecimento mais importante, que é o dos meus clientes, nem tinha os restaurantes completamente cheios. ( Confirmo, já comi Kobe no Avenida, seco como serradura de carvalho -unsual)
Vamos lá a ver: o investimento é mais food cost. Temos um acordo, eles vêm e fazem stories e nós oferecemos a comida. Foi um trabalho que não foi fácil. Mas hoje em dia todos querem, basta eu enviar uma mensagem e vêm logo. 😂
Continua a ter miúdas pagas para fazer presenças?
Não, deixei de fazer isso. 😅
Porquê?
Criou uma imagem negativa. A presença dessas miúdas foi uma coisa que eu institui há uns anos porque é o que se faz lá fora, mas cá as pessoas não perceberam. Associavam isso a outro universo.
É assim: todas as discotecas em Lisboa fazem presenças, a diferença é que antigamente não havia Instagram e agora elas são todas instagramers. Agora já ninguém as chama putas. Criar rótulos em Portugal é muito fácil. O Guilty era o sítio em Lisboa onde estavam as mulheres mais bonitas da cidade e as mais feias ou as casadas não queriam que os maridos lá fossem. Por isso, era mais fácil dizer que aquilo era só putas para proibir os maridos de lá ir. É que essas miúdas giras, como imagina, não iam para lá vestidas de freiras e rezar. Eu tinha no Guilty as mulheres mais bonitas da cidade a trabalhar para mim e muitas das minhas Olivetes — era assim que eu as chamava — são agora atrizes, são casadas com futebolistas, estão bem na vida. 😈
Foi uma coisa que foi acontecendo. Ainda no fim de semana, a Rita [Pereira] partiu tudo, não sei se viu. Mandou vir uma pizza do Guilty e entregou-a em direto ao Pedro Teixeira no “Dança com as Estrelas”. A Rita, como muitas outras, é minha amiga, todas elas são Guilty.
Elas pagam a conta?
Não. E isso não quer dizer que são prostitutas. Temos um grave problema neste País que é a inveja, como não conseguem chegar lá, preferem dizer mal.
Eles vão aos meus restaurantes, não pagam, fazem um post ou um storie no Instagram e pronto. A outras pessoas eles cobram por cada post, a mim não cobram mas comem de graça. Também não são muitos, talvez o Top ten nacional. Deixa ver… é a Rita Pereira, a Cláudia Vieira, o Lourenço Ortigão, a Kelly Bailey, a Vanessa Martins, a April Ivy… Afinal devem ser uns 15. 😂
Sim, eu com 12/13 anos já faturava.
Nunca. Não gosto nada de restaurantes com estrela Michelin, são uma seca. É uma barrigada desnecessária de comida, uma grande misturada, acabas sempre mal da barriga no dia seguinte.
Sente-se integrado num grupo onde estão chefs como o Avillez ou o Sá Pessoa?
Não. Eu sou um empresário, cozinheiro e restaurateur, eles são cozinheiros. Ponto.
Também. E porque é que isso acontece? Porque têm dinheiro. No rugby, no golfe, quem é o melhor? É o que ganha mais, no final do dia é o mercado que fala mais alto. Não vale a pena seres muito bom e ficares com uma bandeira no ar a chamar a atenção. O mercado é que manda. Eu sou o melhor porque sou o que ganho mais. 😂
https://sapo.pt/artigo/30-anos-de-carreira-e-28-restaurantes-a-faturar-50me-olivier-faz-se-a-costa-com-comida-portuguesa-a-beira-rio-0d3e-68a49e852765c02fac72b41d
50 Milhões de Motivos para não pedir 1 Cêntimo ao FEDER
Enquanto o Zé Comum tenta poupar para o fundo de emergência, os nossos ‘Chefpreneurs’ faturam 50.000.000,00€. Com 28 restaurantes no portefólio, o Olivier é a prova de que a restauração é um Big Business.
A Pergunta de Auditoria: Num grupo que fatura 50 milhões, qual é o rácio de Cash por Empregado? Será que é como o McDonald’s ($2.4B em caixa) ou será que, mal o vento sopra, a ‘resiliência’ tem de vir de Bruxelas?
Chefe RP
É impossível suportar os aumentos.
Parece que é uma crise silenciosa. Há restaurantes que já fecharam em 2025. E isto vem de 2024. Tal como aconteceu em 2020, na pandemia, mas ninguém referencia isso.
Gastei muito dinheiro, fiz muitos investimentos e não está a vir o retorno que vinha. ( 1 Milhão renovação do DOP, imprensa. Mas as cenouras estão caras, mesmo vendidas a €40 / 70gr 😅)
A razão é simples: subir os valores dos menus poderia afastar o público. “Seria um suicídio” ( O publico HNWI não quer saber se paga mais €20 num menu de 15 Momentos de €500+€100 de gorja, O cliente aqui não é o gerente do banco nem o proprietário de uma papelaria)
Uma cavala custava três euros em 2021 e hoje custa dez 😢. Um pacote de gemas de ovo custava 3,25 euros e agora custa 10,25. Tenho uma fatura de frutas e legumes de 2021 de 250 euros e hoje, com a mesma quantidade e variedade, é de 500 euros. Isto não pode ser.
https://www.pingodoce.pt/home/produtos/peixaria/peixe/peixe-selvagem/cavala-fresca-nossa-peixaria-528328.html?
https://www.360hyper.pt/makro/braga/gema_ovo_liquida_1_kg_ovochef?srsltid=AfmBOops8a9xR9H69xmlJIwKh25f_NP1Kjuu9fUhEBXswDiN0aPx2JX6FNc
Revenue ( Estimada por Int. Confiança + Shapiro) > €7.000.000
Em entrevista á Flash
“As minhas maiores inspirações vêm de vários lugares – e, sobretudo, de pessoas.
Depois, ao longo do meu percurso, fui-me inspirando em grandes nomes da gastronomia mundial, chefs que transformaram a cozinha em arte, como Ferran Adrià ou Alain Ducasse – referências que nos mostram até onde a criatividade pode ir. (Ducasse mencionado no inicio desta página, €700 por prato de lentilhas refogadas com tripa depurada de truta selvagem)
https://www.ruipaula.pt (ir ao fundo da página)

👌





JS
Há meses que dão margem negativa. Depois somamos os 12 meses e conseguimos equilibrar, mas há meses em que a margem é negativa. 😂
A margem líquida podia estar nos 20% ou 25%. Hoje está na faixa dos 10% e muitas vezes abaixo disso. Estamos num limbo muito perigoso: qualquer coisa e estamos no negativo.
O Governo está a matar aquilo que era a galinha dos ovos de ouro, que é o turismo. Se começarem a fechar restaurantes, vai receber menos TSU, menos IVA, menos de tudo, e vai ter mais desemprego e mais custos com subsídios. ( Subsidios de desemprego ou FEDER?) 👌
AHRESP
O facto de termos um estabelecimento com procura, de entrarmos e estar cheio ou de ser difícil fazer uma reserva não significa que o estabelecimento esteja a ter grande rentabilidade. 👀👀
O Governo está a matar a galinha dos ovos de ouro. 👀👀
Não houve qualquer revisão em baixa da carga contributiva e fiscal sobre os rendimentos, nem a uniformização da taxa intermédia do IVA das bebidas, que continuam sujeitas à taxa máxima, com um impacto muito significativo nos custos. 🤡🚀🚀🚀
Viemos de um momento difícil, que foi a covid, e as marcas ficaram, porque as empresas ainda estão a pagar os créditos covid.” — Ana Jacinto ( Quais empresas? Os que levaram só €1500 de FEDER?)
A Nossa Auditoria: “Enquanto as empresas pagam créditos, o cliente paga a ‘taxa de sobrevivência’. No SEEN, a resiliência manifesta-se em garrafas de Pêra-Manca a 680€. É uma forma nobre de ajudar a pagar as prestações ao banco, um gole de cada vez.
10%: Custo real dos ingredientes (incluindo as 10g de arroz).
15%: Staff (o que sobra depois dos estágios não remunerados).
25%: Amortização de Créditos Covid (segundo a Ana Jacinto).
50%: Margem de “Estilo de Vida” e Manutenção do Gulfstream.
VS
Aquilo que nos ensinavam era 33% para o investimento, 33% para as despesas fixas e 33% para libertar. Hoje, se a maior parte dos negócios libertar entre 12% e 15%, é uma festa. 😉
https://sicnoticias.pt/economia/2026-01-17-video-estamos-num-limbo-muito-perigoso-subida-dos-custos-aperta-margens-e-poe-a-restauracao-sob-pressao-5075b38f
JA
Filho de família com brasão tornou-se estrela no meio dos tachos.
menino de Cascais, que sonhou ser carpinteiro e, depois, arquitecto, acabou na cozinha e tornou-se o mais estrelado chef português. Em sete anos, José Avillez montou um grupo de restauração, já com duas dúzias de espaços, com o apoio de uma das famílias mais ricas do país, -Revenue > €150M
Hoje, o Grupo José Avillez tem 17 restaurantes em Lisboa e um no Porto. Só nos últimos seis meses, abriu seis espaços na capital – três no Gourmet Experience do El Corte Inglés, a Pitaria, no Chiado, a Cantina Zé Avillez, no Campo das Cebolas, e o Cantinho do Avillez, no Parque das Nações.
Grupo José Avillez compra cinco restaurantes no Porto
No Porto, onde apenas tem o Cantinho do Avillez, na Rua Mouzinho da Silveira, preparando-se para abrir o Mini Bar, na Rua da Picaria, acaba de firmar a aquisição do grupo Cafeína, que é constituído por quatro restaurantes na zona nobre da Foz e um na Baixa da cidade.
Facturação de 12 milhões de euros e um efectivo de 700 trabalhadores
Com a integração do grupo Cafeína, que “factura mais de quatro milhões de euros, sem IVA”, o Grupo José Avillez passará de um efectivo de 550 pessoas para 668 trabalhadores.
o universo de restauração do mais estrelado chefe português fechou o exercício com uma facturação de 11,8 milhões de euros, mais quase três milhões do que no ano anterior, e lucros de 758 mil euros.
| Indicador | Valor | Análise do Inspetor NetJetSet |
| Faturação Anual | 12.000.000€ | Volume de “Experiência” elevado. |
| Lucro Líquido | 800.000€ | Margem líquida de 6.6%. Menos que um vinho a copo. |
| N.º de Colaboradores | 400 | A verdadeira “resiliência” está nos braços deles. |
| Receita por Empregado | 30.000€ / ano | O valor gerado por cada alma mal paga as contas. |
| Lucro por Empregado | 2.000€ / ano | O que sobra por cada funcionário após o lifestyle do Chef. |
O Paradoxo do Lucro (The “Squeeze”): Com 12M€ de revenue e apenas 800k€ de lucro, o grupo vive num fio de navalha financeiro que serve de desculpa perfeita para pedir o ARIE. “How can we survive with only 800k profit?” — A resposta está nos 400 ordenados que são o verdadeiro “fardo pesado”
A Eficiência da Exploração: Gerar apenas 30k€ por empregado num setor de luxo é um sinal de que o modelo de negócio é baseado em volume de gente, não em eficiência. É uma pirâmide de brasão: muitos em baixo para sustentar a estrela Michelin no topo.
O Rácio “Pêra-Manca”: Um lucro de 800k€ equivale a vender cerca de 1.176 garrafas de Pêra-Manca Tinto no SEEN. Ou seja, o lucro de um império de 400 pessoas resume-se a pouco mais de mil garrafas.
| Indicador | Valor | A Realidade NetJetSet |
| Faturação | 12.000.000€ | A montra gigante do império. |
| EBIT (6,6%) | 800.000€ | O que sobra antes da “banca” e do “fisco” morderem. |
| Juros & Impostos | – ??? € | Onde o lucro “evapora” para justificar subsídios. |
| Lucro Final Est. | ~ 2% a 3% | Menos do que rende um Certificado de Aforro. |
O “Fardo” é Fiscal, não Social: Se o EBIT é de apenas 6,6%, qualquer subida de 1% na taxa de juro dos créditos Covid “limpa” metade do lucro. É por isso que eles precisam que o contribuinte pague a conta através do ARIE. É o modelo de negócio de “Risco Zero”: se corre bem, o brasão brilha; se corre mal, o Estado ampara.
2. A Eficiência das 400 Almas: Com um EBIT de 800k para 400 funcionários, cada pessoa gera apenas 2.000€ de resultado operacional por ano. É uma estrutura pesadíssima! É como tentar levar um Gulfstream para o ar com o motor de uma motorizada.
3. Onde está a “Gordura”? Se a margem bruta no vinho é de 300% a 500% (como vimos no Pêra-Manca e no Burmester) e o EBIT final é só 6,6%, para onde vai o dinheiro?
Resposta: Marketing de luxo, rendas em localizações prime, salários de topo da administração e, claro, a manutenção do lifestyle.
THE 6.6% MYTH” “O Grupo fatura 12 milhões, mas o EBIT é de apenas 6,6%. Como é possível vender garrafas com 500% de margem e chegar ao fim do dia com tão pouco? É a magia da ‘Gestão de Brasão’. Aqui, explicamos-te: o lucro é curto para que o pedido de subsídio seja longo. 400 empregados a sustentar uma margem que mal paga o brilho (glitter) das sobremesas.
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/comercio/detalhe/jose-avillez-filho-de-familia-com-brasao-tornou-se-estrela-no-meio-dos-tachos
“No mínimo, 30% dos restaurantes independentes em Portugal vão desaparecer”
https://magg.sapo.pt/comida/restaurantes/artigos/jose-avillez-no-minimo-30-dos-restaurantes-independentes-em-portugal-vao-desaparecer
José Avillez confessa à NiT que o desemprego dos seus 400 colaboradores é o que mais lhe custa. É uma afirmação nobre, especialmente quando analisamos que o grupo fatura 12 Milhões de Euros, mas opera com uma margem EBIT de apenas 6,6%.
No NetJetSet, fizemos as contas à ‘dor’ do Chef:
- A Faturação: 12.000.000€ (O império).
- O EBIT: 800.000€ (A margem antes dos juros dos créditos Covid que a Ana Jacinto mencionou).
- O Rácio de Humanidade: Cada um dos 400 colaboradores gera um resultado operacional de apenas 2.000€/ano para o grupo.
A Pergunta de Auditoria: Se o desemprego custa tanto, porque é que o ‘fardo’ é sempre carregado por quem serve as mesas, enquanto a estratégia de sobrevivência passa por pedir apoios ARIE e manter margens de 500% no vinho?
É a ‘Derrota de Luxo’: Estar a um passo do abismo financeiro, mas sempre com um pé no cockpit de um Gulfstream.”
He says ‘fechar custa-me’, mas o que custa mesmo é manter uma estrutura de 12M€ com um lucro tão curto que qualquer brisa no mercado obriga a pedir subsídios ao Estado. No final, quem paga a ‘não-derrota’ do Avillez é o cliente que paga 145€ por um Pêra-Manca Branco que custou 55€ no grossista.
https://www.forbespt.com/o-chef-das-estrelas-michelin/
https://www.publico.pt/2018/06/05/fugas/noticia/avillez-compra-grupo-cafeina-e-soma-cinco-restaurantes-no-porto-1833278#
https://www.joseavillez.pt/portugal-2020/
LISBOA-02-0752-FEDER-027713
Apoio financeiro da União Europeia | FEDER – 177.894,00 EUR
Despesa apresentada: 387.865,38 ( Foi azar, acontece 😅)
Taxa de execução: 87%
Relativamente à evolução do volume de negócios, 11.817.312 Euros em 2016 para 28.976.572,54 Euros em 2020, sendo que o volume de negócios internacional aumenta de 3.545.193,65 Euros para 18.834.772,15 Euros,
LISBOA-05-3560-FSE-037914
Promover o emprego e apoiar a mobilidade laboral
Data de aprovação | 15-02-2019 -(Pre-Covid)
Data de início | 31-07-2019
Data de conclusão | 05-11-2020
Custo total elegível | 54.516,69 EUR
Apoio financeiro da União Europeia | FSE – 32.710,00 EUR
Abraço Zé ( Eu fui teu cliente no teu pronto a comer em Birre 2014-2016) ✔

POST: O BIFE QUE O FEDER PAGOU (OU: A DIETA DOS 50 MILHÕES)
HEADLINE: Se o teu bife custa 100€ mas o teu negócio vive de subsídios, quem é que está realmente a pagar o jantar?
O CENÁRIO: Imaginem um grupo que fatura 50 Milhões de Euros. Um “império” de 500 funcionários. No LinkedIn, são os reis da “resiliência”. No Instagram, o bife é selado a ouro e o transporte é de jato privado. Mas mal a porta fecha 30 dias, a mão estende-se logo para o FEDER e para o Lay-off pago por ti.
A AUDITORIA DO LODO: Fizemos as contas ao “Rácio de Vergonha” baseado nos números de 2024/2025:

Dizem-nos que “precisavam do dinheiro para o confinamento”. MENTIRA. Se geras 7.5M€ de lucro por ano e não tens 1M€ para pagar salários num mês de crise, o dinheiro não desapareceu — ele foi extraído. Privatizaram o lucro para comprar o lifestyle de luxo e socializaram o prejuízo no lombo do contribuinte.

O VERDICT: Um bife de 100€ num restaurante que mama na teta do Estado não é gastronomia; é transferência de capital. Se o IRC é tão mau e o custo é tão alto, a nossa sugestão continua de pé: BULGÁRIA. 🇧🇬 Lá o IRC é 10%, a gaja é boa e o Estado não vos deve nada.
O único fundo que conhecemos é o da frigideira onde selamos a verdade.
Se o Estado reconhece que o risco deixou de ser privado, então TODAS as empresas afetadas mereciam compensação proporcional — não apenas as mais visíveis ou organizadas.
Nenhum setor tem primazia moral sobre os outros.
A dor económica não é exclusiva da restauração.
- O fecho foi transversal
- A compensação foi:
- proporcional ao tamanho
- dependente de capacidade administrativa
- enviesada para setores visíveis
Resultado:
- grandes sobreviveram
- pequenos colapsaram
- freelancers ficaram fora
- discurso centrado em:
- “restaurantes
- vida de bairro
- símbolos (aventais, portas fechadas, ruas vazias)
- milhares de empresas invisíveis desapareceram
- sem voz, sem narrativa, sem apoio
A política pública foi guiada por empatia mediática, não por impacto económico.
critérios confusos
prazos tardios
formulários complexos
decisões incoerentes
fiscalização desigual
Quem tinhaadvogado, contabilista, estrutura, sobreviveu.
Quem não tinha, fechou.
O apoio existia, mas não chegava a quem mais precisava.
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Na semana passada, a minha bússola apontou para o Algarve. Queria o conforto do Villa Joya, o sítio onde já recarreguei baterias duas vezes. Booking? Nada. Full booked? Quem me dera. Fui ao site oficial e bati com o nariz na porta da ‘Hibernação’: o hotel está a dormir a sesta até 30 de março.. Fiquei farto; só me apetecia uma cama e um pequeno-almoço decente, longe daquelas 10 gramas de risotto com espuma de musgo islandês que servem no Michelin deles para justificar faturas de três dígitos. Decidi adiar a viagem, mas o destino pregou-me uma partida: abri o ficheiro da Bazuca e os números não hibernam. Ver que uma máquina de faturar 8 milhões de euros por ano ainda foi sacar 300k€ de ‘esmola’ pública para aguentar a ‘resiliência’ da hibernação tirou-me o sono de vez. É o luxo de fechar quatro meses por ano pago com o suor de quem não pode parar um dia. O Villa Joya pode acordar em março, mas para mim, morreu ali. No meu bolso, a bazuca deles não volta a disparar.






Meus caros ‘visionários’ da restauração e da resiliência de fachada:
Se passam o dia a chorar pelos cantos sobre o IRC, o IRS e o custo das bebidas e o IVA das bebidas, se juram a pés juntos que os políticos não fazem ideia do que é gerir um negócio, mas são os primeiros na fila para mamar na teta do FEDER… temos a solução para a vossa ‘diarreia’.
Se o vosso EBIT é uma miséria por ‘culpa do Estado’, mas em 2026 ainda estão a estender a mão a fundos europeus para pagar as contas da vossa hibernação dourada: MUDEM-SE PARA A BULGÁRIA. TODOS.
Porquê? Nós explicamos o rácio:
- IRC a 10%: O paraíso fiscal que vocês tanto pedem.
- País UE: Mantêm a bandeirinha azul para as vossas fotos de LinkedIn.
- 5 Horas de Distância: Perto o suficiente para não terem saudades do lodo.
- Capital Humano: Muita ‘gaja boa’ e um custo de vida que faz o vosso Ebitda parecer real.
- Gambas de viveiro: ainda mais baratas que em PT. É só adicionar espuma musgo e prato lindo.
Parem de asfixiar o contribuinte português com o vosso falso empreendedorismo de subsídio. Se não aguentam o calor da nossa cozinha, a Bulgária está à vossa espera.
https://portugal2030.pt/
https://portugal2030.pt/documentos/
https://transparencia.gov.pt/
https://eur-lex.europa.eu/PT/legal-content/summary/european-regional-development-and-cohesion-funds-2021-2027.html
https://eurocid.mne.gov.pt/artigos/fundo-europeu-de-desenvolvimento-regional-feder
https://sicnoticias.pt/economia/2021-10-25-Portugal-2020-com-baixa-execucao-e-minimos-no-cumprimentos-de-metas-3a36df5a
Auditoria: O Abismo da Execução (Portugal 2020 vs. Lifestyle)
Título: Metas Falhadas, Markups Batidos
O Contraste do Auditor: Enquanto a SIC Notícias revela que o Portugal 2020 está com baixa execução e mínimos no cumprimento de metas, os nossos grupos de restauração estratégica parecem ter metas muito claras. A execução de fundos públicos é lenta, mas a execução da conta do cliente é ultra-rápida.
1. A Meta do Estado vs. A Meta do Chef:
- Estado: Baixa execução e atrasos nos apoios à economia real.
- Grupo “Javillez” & Co: Execução perfeita de 500% de markup no Burmester e no Pêra-Manca. Se o país não cumpre as metas do Portugal 2020, o Chef cumpre a meta de manter o Rolls-Royce a brilhar com o EBIT de 6,6%.
2. O Fardo Estratégico: Se o cumprimento de metas é mínimo, como é que empresas como a Everything Is New (303k€) ou a Vila Joya (269k€) continuam a ser consideradas “estratégicas” para receberem balões de oxigénio?
Análise: É o chamado “PCC de Subsídio” (Ponto Crítico de Cunha). O dinheiro entra, as metas do país falham, mas o “lifestyle” de quem aparece na capa da revista permanece intacto.
https://portugal2020.pt/portugal-2020-com-996-de-execucao/
SECÇÃO: A EXECUÇÃO PERFEITA (O DINHEIRO ENTROU!)
Título: 99,6% de Execução: Onde está o nosso 0,4% de Arroz?
O Texto de Auditoria: Acabaram-se as desculpas da ‘baixa execução’. Segundo os dados oficiais de 2024, o Portugal 2020 atingiu 99,6% de execução. O dinheiro estatal (26,8 mil milhões de euros) já fluiu para as veias das ’empresas estratégicas.
- O Facto: O dinheiro foi pago, as contas foram saldadas pelo Estado e a liquidez entrou.
- A Perícia NetJetSet: Se o Portugal 2020 foi um sucesso de 99,6%, por que é que o EBIT do Grupo Javillez continua nuns ‘miseráveis’ 6,6%? Por que é que a garrafa de Pêra-Manca continua a 680€?
Parece que a execução foi de 99,6% para os grupos, mas de 0,4% para o bom senso do cliente. O dinheiro do contribuinte serviu para ‘estancar o sangue’ do brasão, enquanto o cliente continua a ser o dador universal.
They are masters of execution. Executaram os fundos públicos a 99,6% e agora executam a carteira do cliente com a mesma precisão. No netjetset.rest, a nossa meta é 100%: 100% de exposição desta hipocrisia de brasão.
Um prego no menisco sobre gestão de empresas. A cavilha no nervo ciático é para a semana.
Gestão de Mercearia vs. Gestão de Corporação
Enquanto qualquer empresa séria (até podemos falar de uma McDonalds com carne não-gourmet) guarda biliões em Cash on Hand para os “invernos frios”, aqui a malta vive de mão estendida ao FEDER mal o vento sopra mais forte.
O Ratio da Resiliência: Gigantes vs. Chefs
Na faculdade de Gestão, ensinam-te que o Cash is King. Uma empresa resiliente guarda dinheiro para crises, para R&D e para os seus empregados.
O Exemplo Real (Jan 2026): McDonald’s Corp (MCD)
- Cash on Hand: $2.41 Biliões (Q3 2025).
- Free Cash Flow: $7.37 Biliões.
- Dividendos: Aumentam há 49 anos consecutivos.
- Trabalhadores: 150.000 diretos (2 milhões no ecossistema).
- Receita/Empregado: Cerca de $172.000 por cabeça.
Conclusão: O “Mickey D” não corre para Bruxelas pedir 300k€ para pagar a luz quando há uma pandemia. Eles têm reservas.
O Contraste: O “Chefe” Resiliente (Grupo Avilez & Co.)
Enquanto a McDonald’s guarda biliões para proteger 2 milhões de postos de trabalho, os nossos “Top Chefs” têm um rácio diferente:
- Cash On Hand: Desconhecido (ou gasto em truffle oil e viagens).
- Reserva de Emergência: 0€.
- Plano B: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
🧮 Fazendo as contas (The Avilez Ratio):
Se o grupo do José Avilez recebeu cerca de €350.000+ (só numa das fatias conhecidas) para “manutenção de postos de trabalho” e “resiliência” e “Google Ads” (
A Falácia da Gestão: Se tens faturações de milhões e não consegues aguentar 3 meses de porta fechada sem o dinheiro do estado, não és um “empresário de sucesso”, és um gestor de subsídios.
O bife foi para eles, o “Happy Meal” de impostos ficou para nós.
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FUNDAMENTO LEGAL: O DIREITO À TRANSPARÊNCIA
Todo o conteúdo de auditoria financeira deste site baseia-se no Princípio da Administração Aberta, consolidado na Lei n.º 26/2016, de 22 de agosto:
“Regula o acesso aos documentos administrativos e à informação administrativa e a reutilização de documentos administrativos.”
- Dados sobre Dinheiro Público: Segundo o Artigo 4.º, todos têm direito de acesso aos documentos administrativos que detenham informação sobre a gestão de fundos públicos. Se o Grupo Avillez, o Olivier ou a Vila Joya receberam Portugal 2020, esses valores são públicos.
- Reutilização de Informação: A lei permite que qualquer cidadão utilize estes dados para fins comerciais ou não comerciais. O que estamos a fazer — cruzar os 300k€ recebidos com os 680€ do Pêra-Manca — é um exercício legítimo de transparência e escrutínio público.
- Interesse Público vs. Reserva da Vida Privada: Quando uma entidade beneficia de subvenções públicas (como os 99,6% de execução que vimos), o interesse público sobre a sua saúde financeira e ética de gestão prevalece sobre o segredo comercial.
Conclusão do Auditor: No netjetset.rest, não estamos a inventar números; estamos a ‘reutilizar’ a realidade que o Estado publica e que os Chefs tentam esconder atrás de 10g de arroz e capas da Caras. Se os fundos foram executados a 99,6%, o nosso direito a saber onde foi o dinheiro é de 100%.
LEI DO FUNIL: ONDE A CARNE SE TORNA OSSO
O Discurso do Chef: O Rui Paula vem a público em 2026 lamentar que “1.000 restaurantes fecharam” devido à crise. É uma estatística triste, usada para pintar um cenário de desolação que justifica o seu próprio “fardo pesado”.
A Auditoria NetJetSet (A Realidade dos Números): O que o Chef não explica é a distribuição da carne. Enquanto os grandes impérios estratégicos navegavam em águas de 300.000€ de apoio (99,6% de execução), milhares de pequenos cafés e restaurantes de bairro receberam apenas 1.000€ de incentivo.
- Para os Grandes: O “Bife do Lombo” dos fundos ARIE e PRR. Apoios massivos para sustentar markups de 500% e gestões de 6,6% de EBIT.
- Para os Pequenos: Os “Ossos”. Apoios simbólicos que nem pagaram a conta da luz, forçando o fecho das portas enquanto os “brasões” pediam mais oxigénio estatal.
O Nosso Manifesto: Este website é um apoio a esses milhares que viram a carne — e até os ossos — fugirem todos para o mesmo lado. Aqui, não auditamos apenas o preço do vinho; auditamos a injustiça da distribuição.
Se o Portugal 2020 executou 99,6%, nós queremos saber por que é que 1.000 restaurantes fecharam com “migalhas” enquanto outros posam para a Caras a planear o próximo milhão.
| Tipo de Estabelecimento | Apoio Médio Recebido | “The Meal” | Destino Final |
| Os Brasonados (Avillez, Olivier, etc.) | > 250.000€ | Bife do Lombo (PRR/ARIE) | Capa da Caras & Rolls Royce |
| A “Restauração de Bairro” | ~ 1.000€ a 5.000€ | A Carcaça (Apoio à Tesouraria) | FECHADO (Os 1.000 do Rui Paula) |
O NOSSO MANIFESTO: PORQUÊ ESTE SITE?
Este site não é apenas sobre o preço ridículo de um vinho ou a falta de luvas no empratamento. Este site é um apoio aos que caíram.
- Apoio aos 1.000: Que não tiveram consultores para sacar 300k€ do Portugal 2020.
- Apoio à Verdade: Para que o “fardo pesado” não seja usado como desculpa para markups de 500% quando o dinheiro público já pagou a conta.
- Apoio ao Contribuinte: Que financiou a “resiliência” de quem agora lhe cobra 15€ por uma água e 10g de arroz.
“The meat went one way, the bones went the other. We are here to show who’s been eating the steak while crying about the bill.“
CONSTITUTIONAL DISCLAIMER: The People’s Equity
Nós, o Povo (The People), na qualidade de acionistas involuntários e investidores compulsórios da “Resiliência Gastronómica” nacional, invocamos o direito inalienável à transparência total.
I. O Título de Propriedade
Ao abrigo dos fundos FEDER e do saldo de execução pública de 99,6%, declaramos que cada grama de “Pão de Carvão Vegetal” e cada redução de Syrah servida em gres negro contém uma percentagem de capital pertencente ao contribuinte.
II. O Rácio da Verdade
Enquanto corporações globais (MCD) mantêm $2.41B em Cash para proteger os seus 2 milhões de trabalhadores, os nossos “Top Chefs” optaram por uma gestão de “Reserva Zero”. Por conseguinte, o risco foi nacionalizado, mas o lucro permaneceu privado.
III. Direito de Auditoria
Este site, NETJETSET.REST, não é um menu; é uma folha de balanço social. Se o bife foi para eles e o osso para o resto, nós guardamos o recibo.
“No Taxation without Auditation. If we paid for the kitchen, we own the data.”
NETJETSET.REST is a project by PRRWatchdogGroup. All content is for satirical and educational purposes under the scope of Law 26/2016 (Access to Public Information). Any resemblance to real billionaires crying about COVID credits is purely strategic.
Este site é uma obra de ficção documental e sátira financeira. Os dados de faturamento e apoios são de domínio público (Lei 26/2016). As opiniões expressas são críticas satíricas à gestão de fundos públicos e ao marketing de luxo. Se o seu brasão ficou ofendido, por favor contacte o nosso departamento de ‘Moratórias a 10 Anos’
BUFA-NOS AO OUVIDO
Bruno,
Acabei de sair do teu site e foda-se. Mais uma careca arrancada à bruta. A cada clique, senti o cheiro a sangue fresco da alta cozinha portuguesa a apodrecer. Este Villa Joya dos 300 mil euros de subsídios para hibernar? Genial. Brutal. Chocante.
O Villa Joya — Fatura 8 milhões por ano, mas precisa de 300 mil do FEDER para “sobreviver” ao Inverno? É o equivalente a eu pedir subsídio porque não quero trabalhar às segundas.
O Avillez e os seus 177 mil euros públicos enquanto vende arroz por ouro. Chamam-lhe chef-star. Eu chamo-lhe Houdini do Orçamento de Estado.
A ASAE a dormir perto das mãos sem luvas do Olivier? Nem a minha avó deixa queijo no chão como eles deixam Listeria passar.
E essa pérola:
Se o McDonald’s tem reservas de 2.4 mil milhões para emergências, por que o Grupo Olivier precisa de esmola?
Fizeste-me cuspir o café. Isto não é jornalismo — é justiça poética com dados públicos.
O mais nojento? Sabes quem vai odiar-te:
Os “chefpreneurs” de Porsche e NIF do Chiado.
Os influenciadores que comem lagosta grátis em troca de stories.
Os burocratas que assinam subsídios entre taças de espumante.
Tu és o Robin Hood da transparência. Roubas aos lobis do erário público e devolves a verdade ao Zé Povinho.
Único problema: depois de ler isto, não consigo olhar para um prato de wagyu sem ver notas de 500. Arruinaste-me a próxima ida ao “restaurante estrelado”.
Bora tomar um tinto da treta esta semana? Preciso de te ouvir gemer mais segredos sujos. Trago gravador e raiva contida.
Até já,
Zé
P.S. — Se desaparecer, procura-me na Bulgária. Estarei no único país da UE onde não se mama no FEDER. Ou talvez esteja a aprender cirílico para abrir um bistrot offshore. Tudo por causa de ti, cabrão.
Subsídios + Luxo = Capitalismo de Compadrio. E tu, Bruno, és o desmancha-prazeres.
O Engodo das Estrelas: Como Avillez e Olivier Cozinham o “Socialismo para Ricos”
Se fores aos anfiteatros de Harvard, Stanford ou da Wharton, a lição número um de Economics 101 é cristalina: o Mercado Livre (Free Market) baseia-se na destruição criativa. A concorrência é o motor da eficiência; as empresas que falham em inovar ou em gerir o risco devem, por definição, desaparecer para dar lugar a sangue novo. É o que ensinam na London Business School: o risco é o preço da liberdade económica.
Mas em Portugal, o prato que nos servem no império de José Avillez ou no “show” de Olivier da Costa tem um travo amargo a hipocrisia. Enquanto estes players se vendem como génios da gestão e ícones do empreendedorismo liberal, o que praticam é, na verdade, um Socialismo para os Ricos digno de um estudo de caso sobre sistémica.
A Grande Mentira: Meritocracia vs. “Corporate Welfare”
Nas aulas de estratégia de Stanford, aprendes que a Soberania do Consumidor decide quem prospera. Se a comida é medíocre ou o serviço é uma linha de montagem para turistas, o mercado deveria punir. No entanto, o que vemos em Portugal é o fenómeno do “Too Big to Fail” aplicado à restauração.
Enquanto o pequeno restaurador de bairro — que realmente vive o Capitalismo Brutal — é esmagado por impostos e rendas sem qualquer rede de segurança, os “grandes” operam com o conforto da Privatização de Lucros e Socialização de Riscos.
- Nos bons tempos: Os lucros são deles, escondidos em estruturas fiscais otimizadas e marketing de auto-celebração.
- Nas crises: O Estado torna-se a “ama-seca” (como diria Chomsky), injetando apoios, facilitando lay-offs e garantindo que os “influentes” não caiam.
O Sapo Fervido na Avenida e no Chiado
Eles aprenderam a retórica do mercado livre apenas para a usar como arma contra os outros. Usam o discurso da “disciplina de mercado” para justificar salários de miséria e precariedade no setor, enquanto beneficiam de subsídios e proteções regulamentares que moldam o mercado através de lobbies (o famoso rent-seeking).
É a teoria do Boiling Frog aplicada à economia nacional: fomos habituados a ver estes nomes em todo o lado, convencidos de que o seu sucesso é puro mérito. Mas a temperatura subiu e agora percebemos que a “Mão Invisível” de Adam Smith foi substituída pela mão pesada do Estado, que segura o tacho para que os mesmos de sempre nunca se queimem.
Conclusão: Onde está o Risco?
Se seguíssemos o que se ensina em Wharton, o risco seria suportado inteiramente pelo proprietário. Se o modelo de negócio falha, a empresa vai à falência. Ponto.
Mas para a elite do Fine Dining português, a falência é um conceito teórico que só se aplica aos pobres. O que eles praticam não é gestão de excelência; é uma manipulação de um sistema misto onde a retórica é de Harvard, mas o financiamento do risco é do contribuinte português.
The Audit Cloud
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